O que está acontecendo com as brincadeiras das crianças?

O que está acontecendo com as brincadeiras das crianças?

É maravilhosa esta profecia de Zacarias: “O Senhor do Universo afirma que Jerusalém terá paz e prosperidade por tanto tempo que mais uma vez haverá velhos e velhas andando lentamente pelas ruas, apoiados em sua bengalas, e as ruas e praças da cidade estarão sempre cheias de meninos e meninas brincando. O Senhor diz: “Isto parece incrível para vocês – um resto de povo, pequeno e sem ânimo – mas para Mim é algo muito simples”. (Zacarias 8:4-6 – Bíblia Viva, da Editora Mundo Cristão).

A Palavra de Deus é surpreendente e realmente parece incrível que possa haver uma cidade como esta descrita por Zacarias. O ambiente de violência e de corrida desenfreada que caracterizam as cidades em toda parte é exatamente o oposto do que vemos.

Os velhos e velhas não conseguem andar lentamente pelas ruas, seja apoiados em suas bengalas, seja dirigindo os seus automóveis. São considerados obstáculos, são atropelados.

Onde estão as ruas e praças cheias de meninos e meninas brincando? As brincadeiras de criança desapareceram. Hoje, o que se vê, é crianças e adolescentes brincando de matar velhinhas, com os seus jogos eletrônicos, os videogames, que permitem a interação do jogador com a exposição visual na tela.

Se há um local onde se encontra sempre um grupo barulhento de crianças e adolescentes é dentro das LAN houses. Aliás, se você desejar olhar seus E-mails, numa destas casas, duvido que encontre algum computador disponível.

Entre estes jogadores, a disputa é para ver quem consegue praticar o maior número de atrocidades como roubar automóveis, atropelar pedestres, matar inocentes, fazer programas com prostitutas e depois executá-las para pegar o dinheiro de volta, seqüestrar pessoas, corromper policiais, envolver-se com o mundo das drogas.

Conheça alguns videogames (brincadeiras de crianças):

O Justiceiro = O personagem “justiceiro” tortura para conseguir as informações que deseja. O jogador dá os comandos e quebra o braço dos interrogados, fecha a janela na cabeça deles, dá choque, machuca e, após a tortura, muitos gostam de matar a vítima, mesmo que isto não seja necessário.

Counte Strike = Este jogo pode ser jogado em rede e o objetivo é eliminar o grupo rival. É um dos jogos mais procurados nas LAN houses. O jogador tem duas opções, ou ser um terrorista ou um agente do FBI.

Shadow of Rome = O jogador vive o papel de um gladiador no Coliseu de Roma que arranca braços e cabeças das vítimas, colocando fogo nos inimigos enquanto ainda vivos. É muito cruel.

Narc = O jogador é responsável por acabar com uma quadrilha. O policial se envolve com drogas, fica viciado e se corrompe.

Manhunt = O jogador representa um criminoso no corredor da morte e que vai executando seus inimigos presidiários. É considerado um dos games mais violentos que existe e tem sido proibido em vários países.

GTA = O jogador, quanto mais maldade pratica, mais estrelas conquista. Se comete todo tipo de atrocidade: roubo, seqüestro, atropelamento, espancamento de velhinhas, programa com prostitutas, executando-as depois para tomar o dinheiro de volta, assalto a casas. No site de relacionamentos Orkut, há comunidades como “Viciados em GTA” e “GTA: Só jogo pela maldade”, com tópicos do tipo: “Que maldade vocês acham mais legal fazer?” As respostas são de uma crueldade assustadora.

O que dizem autoridades e especialistas sobre estas brincadeiras de crianças

No Brasil, não existe lei que proíba menores de jogar qualquer game, embora o Departamento de Classificação de Títulos e Qualificação do Ministério da Justiça faça um relatório de orientação sobre a classificação indicativa de jogos eletrônicos. A lista de avaliação dos games está disponível no site www.mj.gov.br/classificacao.

Os jogos Counter Strike, o Justiceiro e a série GTA foram classificados como inadequados para menores de 18 anos, mas quem consegue controlar e orientar neste sentido? Com que facilidade as crianças e adolescentes conseguem os CDs piratas, ou mesmo comprá-los através da Internet.

O Dr. Maurício Zanoide de Moraes, advogado criminalista e professor de processo penal da Faculdade de Direito da USP e presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, afirmou: “Não existe legislação porque não se supunha que chegaríamos a isso, é uma realidade nova. As crianças estão se divertindo de maneira bem assustadora” (Revista da Folha, 28 de agosto de 2005).

Se de um lado está em jogo o grande interesse econômico, do outro lado está a discussão sobre o impacto destes jogos violentos na formação das crianças. A Associação Americana de Psicologia, após estudos realizados nos últimos 20 anos, concluiu que dez minutos de jogo violento bastam para o jogador demonstrar em teste psicológico, logo em seguida, um comportamento agressivo. (Revista da Folha, idem).

Vera Zimbermann, professora do departamento de psiquiatria da Unifesp, afirmou: “Games politicamente incorretos fazem mal, porque qualquer exposição excessiva de modelos faz com que eles sejam introjetados na constituição do jovem. Esses brinquedos ensinam o individualismo, a lei do mais forte, que as regras de convivência não valem nada. É uma tragédia social”. (Revista da Folha, idem).

Maria Angela Barbato Carneiro, professora da Faculdade de Educação da PUC-SP, assim se expressou: “O problema maior que vejo é o desrespeito pelo ser humano. Mas não adianta proibir de jogar, porque aí o desejo é maior. Os pais devem trabalhar essas questões com os filhos, ensinar a ter visão crítica dos jogos”. (Revista da Folha, idem).

E nós, o que devemos fazer?

Como fica a questão dos jogos que se colocam nas mãos das crianças e que estimulam exatamente a violência. E os filmes, novelas e programas de TV que as alimentam com a violência e imoralidade? Haverá ainda algum pouco de bom

Sim, protestemos contra este estado de coisas; conversemos sobre estes assuntos com toda a tranqüilidade; estejamos vigilantes em relação as nossas crianças e adolescentes; saibamos dialogar e orientar para que nossos filhos tenham visão crítica e discernimento para saber conviver com toda a sabedoria e sem se corromper. Tudo isto é muito importante. Mas, a ação mais necessária, é a de evangelizar as nossas crianças.

Basta de igrejar as crianças. Precisamos ganhá-las, efetivamente para Cristo. anunciar-lhes o evangelho. Mostrar-lhes a Pessoa e a Obra de Jesus. Ele é o Filho de Deus. Ele é o Único que não conheceu pecado. Ele se fez pecado por nós, ao entregar sua vida ali na cruz, entre dois malfeitores. Ele foi sepultado. Ele ressuscitou ao 3º dia. Ele está vivo. Ele pode ser recebido, pela fé, pelas nossas crianças, que serão transformadas, receberão a vida eterna, e, pelo Espírito Santo agindo em suas vidas, saberão dizer não a este tipo de brincadeira.

Milhões de crianças e adolescentes ao nosso redor não conhecem este Senhor e Salvador Maravilhoso. É nossa responsabilidade alcançá-las todas, urgentemente, pois a profecia de Zacarias terá o seu cumprimento. O quadro descrito pelo profeta é realmente incrível, para nós, mas para o Senhor do Universo, é algo muito simples.

Anunciar a mensagem do evangelho às crianças e adolescentes é um alto privilégio. As portas estão totalmente abertas para isto, em nosso país. As escolas estão clamando por evangelistas de crianças. As creches também. As nossas casas podem se abrir para alcançar as crianças da nossa vizinhança. Convidemos as crianças para trabalhos especiais em nossas igrejas.

Queridos amigos, enquanto vocês estão esperando que estas coisas aconteçam e que Ele venha, esforcem-se para viver sem pecar; e andem em paz com todo mundo, a fim de que Ele se agrade de vocês quando voltar. E lembrem-se por que Ele está esperando. Ele nos está dando tempo para anunciar a sua mensagem de salvação aos outros” (2 Pedro 3:14,15 – Bíblia Viva).

Cântico Oficial do Congresso da APEC em 2008 com o tema: “O MELHOR DO BRASIL É A CRIANÇA!” (Letra e música: Cornélio Caldeiras de Castro)

As praças da cidade

Se encherão de crianças

Que nelas brincarão e se alegrarão!

Isto ocorrerá quando eu e você

Falarmos de Jesus a todas elas.

Quando Deus age,

Não tem quem segure!

Quando Deus quer,

Não tem quem impeça

O avivamento e a conversão

Das crianças de nossa Nação!

As praças da cidade

Se encherão de crianças

Que nelas brincarão e se alegrarão!

Isto ocorrerá quando eu e você

Falarmos de Jesus a todas elas.

O vento sopra onde quer,

Nosso Deus age como quiser!

Há uma brecha! Mas há esperança:

Levar Jesus Cristo a toda criança.

Simpósios com o mesmo tema estarão sendo realizados em diversas regiões do Brasil. Os próximos serão nas seguintes cidades:

1) Porto Alegre – Rio Grande do Sul – 23 e 24 de abril/2010

2) Cuiabá – Mato Grosso – 30/04 a 02/05/2010

3) Coronel Fabriciano – Minas Gerais – 25 e 26 de junho/2010

Gilberto Celeti

Publicado por

apecbrasil

A APEC - Aliança Pró Evangelização das Crianças... ... foi fundada em 1937, nos Estados Unidos da América, pelo Rev. Jesse Irvin Overholtzer, um homem a quem Deus deu a visão dos meninos e meninas que precisavam do Salvador. O trabalho da APEC está estabelecido no Brasil desde 1941 e é autônomo em relação à Sede Internacional, possuindo direção, expansão e sustento nacionais. O Brasil foi o primeiro país a ter a obra missionária da APEC. A proposta hoje é a mesma do fundador. A APEC é uma obra de fé, fundamentada na Bíblia, formada por crentes nascidos de novo, que visa evangelizar crianças apresentando-lhes o Evangelho do Senhor Jesus Cristo, discipulá-las na Palavra de Deus e encaminhá-las a uma igreja evangélica onde possam crescer em sua vida cristã. Um ministério que se preocupa com as crianças de todo o mundo.

Um pensamento em “O que está acontecendo com as brincadeiras das crianças?”

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